Diversidade: como e por que abrir espaço para ela?

por Redação

A pesquisadora Márcia Barbosa e a cantora Raquel Virgínia falam da luta por mais diversidade nas Ciências, na cena cultural e em toda sociedade

Imagine a seguinte situação: você está lá, sem conseguir resolver um problema, tentando encontrar uma resposta, seja na escola, no trabalho, no relacionamento, num jogo, mas nenhum caminho parece viável. Daí, como num passe de mágica, chega uma outra pessoa e te mostra a solução. Simples, clara, direta.

Isso acontece porque, vendo por uma perspectiva diferente da sua, é possível olhar para uma situação por um outro viés, com uma lente que deixa mais nítida a resolução de alguma questão. Este é apenas um dos motivos que fazem da diversidade um benefício tão potente e bem-vindo nas empresas, nas escolas e na sociedade. Afinal, nada mais rico do que poder contar com diferentes pontos de vista para todas as questões que nos cercam.

Para discutir diversidade, o Trip com Ciência convida a cantora Raquel Virgínia, mulher, preta, trans, que está à frente do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira. No papo, Stevens Rehen também recebe a pesquisadora Márcia Barbosa, membro titular da Academia Brasileira de Ciências, professora de Física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma importante voz na luta por equidade de gênero no meio acadêmico. 

"Quando tem um grupo diferente de pessoas, surge uma proposta que não é o que cada um sabe, mas a combinação do que todos sabem. Para isso, as pessoas precisam ter voz e escuta: elas têm que ter direito de falar e de ser ouvidas", aponta Márcia, que pesquisa a diversidade nas pesquisas acadêmicas e luta pelo aumento nas citações de mulheres nos trabalhos acadêmicos.

Leia mais: Márcia Barbosa quer mais mulheres na ciência

Desde a infância, Raquel acredita que vem desvendando camadas da sua negritude. Na faculdade, por exemplo, se envolveu em movimentos estudantis, depois, precisou enfrentar as dificuldades em ganhar espaço na indústria cultural. "A consciência do que significa ser negra é muito do dia a dia. Todo dia, eu descubro algum desafio por ser negra”, conta. Para ela, é preciso lembrar que temos uma herança escravocrata que gera impactos ainda hoje. "Minha presença faz com que o Brasil tenha que se acostumar a algo que não se acostumou: pessoas como eu tendo poder de articulação e tendo poder de estar nos espaços dizendo desejos, vontades e não vontades", continua.

Ouça o podcast dando play abaixo, no Spotify ou no player de sua preferência.

 

 

 

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