apresentado por Tomorrowland Brasil

Fã de estilos underground de música, como psy trance e deep house, a estudante de moda Ana Clara Amaral se esbaldou nos palcos do Tomorrowland Brasil.

Do look ao gosto musical, a estudante de moda Ana Clara Amaral, 19 anos, não se rende a estereótipos. Quando vai para a balada, opta por clubes paulistanos onde pode dançar ao som de música eletrônica underground, como D.Edge e Club 33. Quando foi à primeira edição do Tomorrowland Brasil, em Itu (SP), no último mês de maio, Ana Clara estava mais interessada em desbravar os palcos menores do festival, dedicados a techno, minimal, prog, psy trance e deep house, do que em se fixar no palco principal, onde se apresentam pesos-pesados como David Guetta, Armin van Buuren e Steve Aoki. “Vi sets maravilhosos, como os de Astrix e Oliver Heldens. Foi incrível!”, diz a estudante de moda.

Ao todo foram 21 festas divididas em 7 palcos. “Quanto mais escondido o palco, mais divertido ficava”, relembra. Além da variedade no cardápio musical, Ana Clara ficou intrigada com a diversidade do público. “Tinha gente de todo tipo, do clubber ao mauricinho. Até aproveitei a experiência para fazer o relatório de uma atividade complementar da faculdade.”

O Tomorrowland Brasil foi heterogêneo também pela idade das companhias de Ana Clara. Ela foi para o festival acompanhada do seu então namorado, Rodrigo, e do pai, Sérgio, de 51 anos. “Ele não conhecia muito as atrações, mas entrou na onda de todo mundo e se divertiu muito!”, ela conta. “Mas, chegando lá, nos dividíamos. Eu e meu namorado íamos encontrar amigos e meu pai ficava com o meu tio, que também estava lá. O Tomorrowland Brasil é muito legal para curtir a dois, com amigos… Dá até para ir sozinho, você sempre acaba conhecendo muita gente”, reconhece. Para ela, o grande atrativo do festival foi mesmo a sintonia da galera.

“É uma vibe muito boa. Nada se compara à sensação de estar ao lado de gente curtindo do mesmo jeito que você, compartilhando o mesmo momento.”

Ela também se mostrou empolgada com a decoração do festival. “É igualzinho ao que  eu imaginava que fosse, pelo que tinha visto em vídeos do Tomorrowland da Bélgica.

É tudo muito lúdico, com cogumelos gigantes. Você se sente mesmo em uma terra encantada”, acrescenta Ana Clara, que já se prepara para o Tomorrowland Brasil 2016.

Vai lá: tomorrowlandbrasil.com 

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