apresentado por Tomorrowland Brasil

Mais do que um festival de música: para o administrador Bernardo Melo Soares, o Tomorrowland é uma experiência única e emocionante

Milhares de pessoas embaladas pelo som de alguns dos maiores DJs do cenário mundial. David Guetta, Armin van Buuren, Paul Oakenfold, Swedish House Mafia e Hardwell entre eles. Já não é mais só a música. O espetáculo de luzes, a cenografia que remete a um universo de fantasia e a suave brisa do verão europeu em uma atmosfera única e emocionante. Cada um se sente livre para ser quem é. E, ao mesmo tempo, é como se todos fossem um só.

Quando assistiu ao vídeo com os melhores momentos do festival Tomorrowland 2010, o então estudante de administração de empresas Bernardo Melo Soares ficou fascinado por essa vibe. “Foi de arrepiar, eu queria estar lá!”, diz o recifense de 27 anos. Em 2013, Bernardo conseguiu organizar um mochilão pela Europa com dois amigos. Alemanha, Croácia, Holanda, Luxemburgo e República Checa estavam no roteiro. Mas o principal destino foi a pequena cidade de Boom, na Bélgica, que desde 2005 sedia o evento, um dos maiores de música eletrônica no mundo. 

“O festival com certeza foi o ponto alto da viagem.  A energia que passa, todo mundo animado, a quantidade de bandeiras de países diferentes. É como escapar da realidade e se inserir em um universo onde todo mundo é feliz e está na mesma energia”, relembra o administrador. Como é comum com quem conhece o festival, Bernardo voltou a Boom no ano seguinte, quando ocorreu a décima edição do Tomorrowland. E repetiu o feito em 2015. Cada vez viajando com turmas maiores – incluindo gente que conheceu no próprio evento. Neste ano, Bernardo foi a duas versões do Tomorrowland: na da Bélgica e na primeira edição no Brasil, que reuniu milhares de pessoas no parque Maeda, em Itu (SP). “Não ficou devendo nada para Boom”, comenta ele, que em 2016 não vai poder ir para a Bélgica, mas já é resença garantida no Tomorrowland Brasil, que ocorre nos dias 21, 22 e 23 de abril. “Tenho um amigo que só escutava rock e não botava muita fé. Mas, depois que conheceu o festival, não quer mais deixar de ir”, revela Bernardo. “É muito diferente de um Carnaval ou de uma micareta, em que está todo mundo preocupado em pegar mulher”, compara. “No Tomorrowland Brasil, você se importa muito mais com os seus amigos e em dividir aquele momento. Tanto que não se vê briga nem ninguém bêbado. Todo mundo vive aquela experiência por inteiro. Mesmo sem ainda saber o lineup, eu vou com certeza.” 

No flow
Bernardo é habitué do Tomorrowland na Bélgica desde 2013 e agora no Brasil. Ele e seus amigos costumam levar uma flâmula estampada com bandeiras de vários países e a frase “We are all one” (“Somos todos um”), que Bernardo mandou confeccionar especialmente para o evento. Esta “touca de urso” que ele está usando também é um apetrecho que distingue a sua turma. Até formaram o grupo EDM Bears (“Ursos da música eletrônica”), e suas fotos podem ser vistas na conta de Instagram @edmbears. Embora tenha começado a frequentar o festival com apenas dois amigos, o grupo de WhatsApp pelo qual Bernardo costuma combinar suas idas ao Tomorrowland hoje reúne cerca de 90 contatos.

Vai lá: tomorrowlandbrasil.com

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Créditos

Bernardo Melo Soares

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