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SUPER SURF

Por Redação

em 21 de setembro de 2005

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As mudanças previstas no mundial de surfe (WCT) para este ano foram preteridas. Já aquelas motivadas pela crescente participação brasileira no Tour, que dizem respeito à divisão de acesso (WQS), foram ratificadas.
O trabalho que vem sendo feito pela Abrasp (Associação Brasileira de Surfe Profissional), não chega a ser um modelo suíço de organização, mas vem demonstrando eficiência. Nos últimos anos temos promovido a perna mais forte do WQS, e, não fosse a restrição imposta pela ASP – cada atleta poderá somar no máximo três provas por região -, a tendência seria aumentarmos a participação.
Enquanto no âmbito internacional temos que competir dentro e fora d’água para chegarmos ao objetivo maior, de ter um campeão mundial na primeira divisão, internamente as mudanças para 2000 contribuem para a expansão e a ratificação da categoria profissional.
Seguramente entre os esportes de maior visibilidade e de grande atração do público jovem, o surfe continua sendo um produto barato. Em vista disso, a Abrasp, em sintonia com alguns empresários, ofereceu e a Abril Eventos comprou um pacote que definirá o campeão brasileiro nos próximos três anos.
A exemplo do que acontece no mundial, o brasileiro terá duas divisões: O Super Surf, com seis etapas de R$ 60 mil, que este ano será disputado pelos 78 melhores de 99, e o Super Trials, a divisão de acesso, que classificará os 16 melhores para competir com os 30 primeiros do S. S. além de dois convidados por etapa.
Outra evolução importante foi a inclusão da categoria feminina no Circuito, motivada pelos bons resultados das brasileiras no mundial, as meninas terão seis provas com R$ 15 mil em prêmios.
Para um circuito que andava desprestigiado mesmo entre os surfistas, foi uma tremenda evolução. Seu sucesso irá depender agora de um calendário que não conflite com as etapas do mundial, para que as maiores estrelas do país possam participar e, assim, a mídia abrir maiores espaços e o esporte continuar sua evolução.

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