Por Redação
em 21 de setembro de 2005

O correto seria uma descriminação para o usuário em geral. Ele não pode entrar em síndrome de abstinência: tem de ser assistido e orientado. José Carlos Dias, 62, advogado, ex-ministro da Justiça [Folha de S.Paulo, 27/01/2002]
A APCD é favorável à descriminação, sem dúvida. É um passo adiante, um caminho a ser seguido, só que nos falta ainda a aparelhagem para se tornar eficaz a descriminação. No Brasil, ainda falta a praticabilidade da lei. Raul Pinto, 41, diretor-executivo da ONG Associação Parceria Contra as Drogas
O consumo de drogas não é problema policial, é problema de saúde. Con-cordo com a descriminação, acho que nós já temos leis à vontade, basta aplicá-las. Hélio Luz, 56, deputado estadual pelo PT-RJ, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro
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