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Sem Tilt

A majestade das máquinas de pinball

Por Redação

em 21 de setembro de 2005

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Verdade seja dita: desde os anos 70 as máquinas de fliperama não recuperam a majestade. Fanáticos por pinball, conheçam aqui a salvação ? e o salvador.


Que videogame japonês que nada. Em muitos trintões ainda mora o espírito de Tommy, o mago do fliperama. O técnico em eletrônica paulistano Armando Rodrigues, 43 anos, é um dos profissionais encarregados de garantir a diversão da rapaziada, restaurando em sua oficina, em São Paulo, máquinas jurássicas de pinball das décadas de 70 e 80. Com seus 180 quilos, Armando se locomove no ambiente abarrotado de carcaças, vidros coloridos e circuitos empoeirados.


Depois de até três meses de trabalho, Armando consegue ressuscitar qualquer peça, deixando-a novinha em folha. O preço de um modelo recuperado gira entre R$ 1 000 e R$ 2 500. Algumas raridades atingem cotações maiores, como a Oba-Oba, da Taito, que homenageia Sargentelli e suas mulatas. Após a morte do inspirador, o preço da unidade saltou para R$ 4 000. A clientela é pequena, porém apaixonada pelas velharias. Um deles, um empresário da área de telefonia, arrematou recentemente dois modelos. Foi uma espécie de acerto de contas com o passado. Ele começou a carreira como office-boy e cansou de matar trabalho jogando fichas em salões do centro da cidade, conta Armando. (Sérgio Ruiz)


Fotos Marcelo Santa Rosa

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