Por Redação
em 21 de setembro de 2005
Este símbolo enfatiza o V de vitória e do Vasco. A camisa seria toda branca, com este V central bordado, e o resto, em silkscreen. O jogo de linhas representa a estratégia, para chegar à Vitória/Gol, do Vasco/Gama. A duplicação das letras é quase um eco do grito da torcida.
Gringo Cardia, 46, cenógrafo e diretor de arte

O escudo do Santos é foda, muito forte. Escolhi privilegiar o branco e preto e usei um elemento gráfico ? o quadriculado ? para reforçar a força das cores do brasão original.
Rodrigo Teco, 30, diretor de arte do estúdio Grafikonstruct
O apelido do estádio do Clube Atlético Paranaense é Caldeirão do Diabo. Quem já foi adversário no Caldeirão sabe que a torcida grita sem parar: ?Uh! Caldeirããão! Uh! Caldeirããão!?, como num ritual tribal. O redesenho, que guarda traços do escudo antigo, é a representação desse rito. A sigla agora é um dragão de duas cabeças que ainda incorporei à estrela de campeão brasileiro. Dá até para tatuar no peito essa paixão cheia de fervor.

Fugi do tradicional formato redondo e incorporei as estrelas que representam os principais títulos (dois brasileiros, duas Libertadores e um Mundial Interclubes). A figura do jogador e as listras do uniforme criam o movimento… e gol!
Geandre Tomazoni, 26, designer gráfico do coletivo Bijari

Não sei o que dizer. O escudo do Botafogo parece um escudo africano.
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