Com uma câmera de grande formato (4 por 5 polegadas) e uma noção muito particular de foco, o carioca Claudio Edinger descobriu um Rio de Janeiro que só existe em sonhos. Às vezes temos a impressão de que ele clica maquetes feitas de bruma e preguiça, miragens num deserto em preto e branco. As imagens são intangíveis como a beleza da garota que passa ? ih, já passou, será que existiu mesmo? (Ronaldo Bressane)
DBA (www.dbaeditora.com.br), 144 págs., R$ 95
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