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Poesia

Por Luiz Alberto Mendes

em 16 de abril de 2014

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À meia noite, por meia hora

Penso meias verdades

E sopro pela boca o ar vindo do pulmão

Cantarolando distraidamente

Do mesmo jeito que bate o coração.

E de onde vem a dor e o prazer

Da dança, talvez do chão

Do corpo, da alma ou da palma da mão?

Assistimos os outros sofrerem

Confortavelmente,

Não queremos escolher nada

Preferimos tudo

Satisfeitos com as dores que temos.

E vou terminando

Antes que o tédio e a ironia

Matem a poesia.

                             **

Luiz Mendes

13/04/2014

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