em 5 de janeiro de 2013
Fodidos e Sagrados
Somos contra o que fomos
Porque é em nascendo que morremos
E é só em criando que rompemos.
Com a ameaça de morte na nuca
E a vida estampada na cara
Seguimos encontros que hão de gerar perdas;
E certezas que se transformam em dúvidas.
Sonhamos realidades impossíveis
E deliramos por razões que nos favoreça.
Não vale o que somos e não importa o que temos
Tudo o que fizemos ou acumulamos
Nos transformaram no que fomos:
Fodidos e sagrados.
**
Luiz Mendes
02/01/2013.
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