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por: Nissan

O mundo lá fora

apresentado por Nissan

Um fotógrafo, um advogado e uma empreendedora encontraram na natureza um motivo a mais para cair na estrada

Revelar a história por trás das imagens de pessoas e lugares que suas lentes registram é o que move o fotógrafo Victor Affaro, 38 anos. Já o advogado Guilherme Kodja, 47, natural de Santos e radicado em São Paulo, vive para lidar com documentos, cláusulas e contratos de empresas. A empreendedora paulistana Shubi Guimarães, por sua vez, volta e meia viaja por meio de sua empresa cuidando de tudo para que pessoas pratiquem e peguem gosto por esportes de aventura. O que essas pessoas, à primeira vista tão diferentes, têm em comum? É depois do expediente que elas mostram: quando fogem de São Paulo e caem na estrada em busca do prazer e da adrenalina que os esportes em meio à natureza proporcionam. 

“QUANDO ESTOU ESCALANDO, ME SINTO TOTALMENTE PRESENTE NAQUELE MOMENTO“ Victor Affaro, 38 anos, fotógrafo

Há mais de duas décadas atuando no mercado editorial, no da moda e em projetos de arte, Victor se encantou pela escalada em 2014. “Quando estou escalando, me sinto totalmente presente naquele momento. Não dá para pensar em nada além do movimento que estou executando, é concentração total, uma forma de meditação”, conta Victor, que começou a prática em 2014. “Quando estou no estúdio fotografando, sinto a mesma sensação.”

Já Guilherme vê no mergulho uma oportunidade de deixar de lado qualquer preocupação deste mundo. “O que me estimula no mergulho é a sensação de me conectar a outro mundo”, conta. “Meu foco embaixo da água é a observação de grandes animais, como a mobula birostris, a maior espécie de raia do mundo”, diz o advogado, que mergulha desde 2000. Foi nesse mesmo ano que Shubi criou a Atenah, a primeira equipe feminina de corrida de aventuras – esporte em equipe que inclui trekking, remo e bike. Antes, já tinha feito nado sincronizado dos 13 aos 15 anos e aos 17 começou o triatlo. Realizou a sua primeira corrida de aventura aos 21, após ser desafiada por um ex-namorado que duvidou de sua capacidade física. “Eu amo estar em atividade na natureza. O que me move é a sensação de me sentir viva, forte e, sobretudo, um exemplo para o meu filho e meus familiares”, conta.

“O QUE ME ESTIMULA NO MERGULHO É A SENSAÇÃO DE ME CONECTAR A OUTRO MUNDO” Guilherme Kodja, 47 anos, advogado

Para fazer suas práticas, no entanto, cada um pega uma estrada diferente. Victor, por exemplo, sempre que pode viaja para São Bento do Sapucaí, cidadezinha a quase 200 quilômetros de São Paulo, seu lugar favorito para escalar num day off perfeito, seja na Pedra do Baú, na Ana Chata e ou na Bauzinho. Guilherme, ao menos uma vez por mês, desce para o Guarujá, no litoral paulista, de onde parte navegando junto a um grupo de amigos até o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, considerado um dos cinco melhores pontos de mergulho do Brasil. Entre as várias modalidades que Shubi já pratica toda semana, está o ciclismo em trilhas ao redor de Campos do Jordão. A todos esses lugares se chega mais fácil com veículos de tração 4x4 como a NISSAN FRONTIER LE, que, além do motor biturbo de 190 cavalos, também possui a suspensão Multilink, que oferece muito mais conforto e estabilidade ao dirigir em ambientes off road. De quebra, sua caçamba comporta com folga os equipamentos necessários, sejam capacetes, sapatilhas, cordas, mosquetões, cilindros de oxigênio ou nadadeiras. “O que me motiva é alcançar o cume, mas também sei curtir toda a estrada a ser percorrida até chegar à pedra”, diz Victor, que, como os demais, adora uma boa road trip. Se vê algo bonito no caminho, estaciona com tranquilidade e segurança em qualquer lugar usando a tecnologia de câmeras Visão 360°, que exibe na tela multimídia a vista completa ao redor da picape. E não precisa nem descer: através do teto solar, que permite uma maior conexão com a natureza, consegue se posicionar para fazer o clique necessário. 

Shubi também sabe que o caminho pode ser tão interessante quanto o destino; tanto o de ida como o da volta. “Volto da pedalada em Campos do Jordão com um sentimento de extrema satisfação”, diz. Já Guilherme, retorna à superfície do mar e sobe a serra com a sensação de estar pronto para encarar a rotina que o espera. “Aguardando, claro, o momento da próxima viagem e de uma nova imersão na natureza, com a paz que só ela traz.”

“EU AMO ESTAR EM ATIVIDADE NA NATUREZA. O QUE ME MOVE É A SENSAÇÃO DE ME SENTIR VIVA, FORTE” Shubi Guimarães, 45 anos, empreendedora 

SAIBA MAIS: ESCALADA

A escalada é um dos esportes que vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo. Antes de se aventurar na modalidade, no entanto, vale ter em mente algumas dicas. A começar pelas expectativas: embora a ideia de escalar uma rocha no meio da natureza seja muito mais interessante, comece em um ginásio, na chamada escalada indoor; além de ser mais seguro, é um bom lugar para trocar experiências. Outro toque simples é não ir de tênis, o que não significa comprar os melhores equipamentos logo na primeira semana – dê um tempo para ver até onde vai seu interesse pelo esporte – de preferência, calce uma sapatilha de um preço mediano. O acompanhamento de um professor ou amigo ao longo da prática, mesmo para os mais experientes, mas sobretudo nos primeiros passos, é fundamental: tanto para compartilhar conhecimento e aprender novas técnicas quanto para estimular sua evolução.

Caso a altura seja um problema, se coloque pequenas metas a cada treino; e tente não olhar para baixo. Há vários ginásios em São Paulo para praticar a escalada indoor. Os mais conhecidos são a 90 graus, a Casa de Pedra, a Fabrica e a 6Sup Escalada . Já para se iniciar na escalada ao ar livre, um dos destinos mais procurados perto da capital é a cidadezinha de São Bento do Sapucaí, a 200 quilômetros. Rodeada por montanhas da Serra da Mantiqueira, além de abrigar belos pontos de escalada, como as pedras do Baú, a Ana Chata e a Bauzinho, tem diversas trilhas e cachoeiras que podem ser desbravadas a pé ou em bike.

Se a ideia for caminhar, uma opção emocionante é percorrer a via ferrata, que permite o acesso ao cume da Pedra do Baú sem que seja necessário realizar nenhum tipo de escalada técnica – um guia, no entanto, é indispensável. Já em duas rodas, pegue a Estrada do Serrano, que resguarda uma linda paisagem com vista para as pedras da Divisa e do Cruzeiro. Para quem quer se refrescar, entre as quedas d’água mais populares estão as cachoeiras dos Amores, do Toldi, do Encontro, do Poção e a do Tobogã, que é ideal para ir com crianças. Por fim, a própria cidade, cheia de pousadinhas charmosas, restaurantes de cozinha mineira, ateliês de artistas locais e igrejinhas repletas de mosaicos, é um lugar e tanto para bater perna com a calma que a região pede.

SAIBA MAIS: MERGULHO

Num país com tantas praias paradisíacas, é normal que para algumas pessoas o
interesse pelo mar vá além de umas braçadas para se refrescar, da prática do surf ou de um simples passeio de barco. Para elas, o mergulho se mostra como um passo a mais rumo ao incrível mundo que existe embaixo d'água. Para quem quer desbravá-lo, Guilherme deixa alguns conselhos. A começar por fazer um exame médico preventivo para ter certeza de que está em boas condições físicas para a prática do esporte. Em seguida, vale pesquisar com amigos ou na internet as recomendações de escolas de mergulho certificadas por instituições internacionais (PADI, SSI, NAUI, entre outras reconhecidas internacionalmente).

Quando escolher a escola, checar sua estrutura (sala de aula, equipamentos, manutenção, piscina, etc.), pedir os documentos em dia tanto da certificação da empresa quanto dos profissionais que vão participar do curso e exigir materiais de estudo teórico originais e certificados. Depois, se informar sobre quais são os locais onde os exercícios e provas de mar (conhecidas como check out) serão realizados – isso pode envolver questões como tipo de água, temperatura e visibilidade. Por fim, não se esqueça de que o mergulho é um esporte de aventura e que cursos ou equipamentos mais baratos nem sempre são o mais aconselhável. Lembre-se também de que é normal sentir um frio na barriga no começo e a cada nova etapa: respeite o seu tempo e as recomendações de seu instrutor!

Há diversas escolas de mergulho em São Paulo. Entre as mais conhecidas estão Dive For Fun, a Narwhal, a Koka Sub e a Diving College. Depois de obter o certificado de mergulhador, ótimas opções de lugares para fazer os primeiros mergulhos sem instrutor são os próprios pontos onde são realizados os check outs finais, de até 10 metros de profundidade. Os mais próximos de São Paulo ficam em cidades como Guarujá, Ilhabela, Paraty, Cabo Frio e Arraial do Cabo. Ao ganhar mais experiência, a dica de Guilherme é se aventurar no Parque Estadual Laje de Santos, considerado um dos cinco melhores pontos de mergulho do país, e no recém aberto para visitas Arquipélago de Alcatrazes, ao qual se chega em embarcações que zarpam de Ilhabela e São Sebastião.

SAIBA MAIS: MOUNTAIN BIKE
Pedalar é bom, mas pedalar em meio à natureza pode ser muito melhor. Muita gente já sabe disso, mas para quem ainda não ousou testar a magrela numa estrada de terra, Shubi tem algumas recomendações. A primeira delas é saber que existem personais que ensinam a pedalar desde o movimento básico; a Acampamento de Aventura , empresa da própria Shubi, oferece, tanto para crianças como adultos, o aprendizado das técnicas de mountain bike – como frear e fazer curvas, passando por pedalar em pé e em subidas.

A segunda é que há muitas assessorias esportivas com o mesmo foco, a exemplo da Núcleo Aventura e a Aksa; aos fins de semana, elas promovem passeios para realizar pedaladas em trilhas. Uma vez seguro de si sobre a bicicleta, ao ciclista se abre um vasto leque de opções de belas trilhas a serem feitas. Entre os lugares favoritos de Shubi, que já pedalou Brasil afora, estão a Chapada Diamantina, na Bahia, por ter um terreno duro que facilita a pedalada; a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, que tem uma beleza de tirar o fôlego; e o entorno dos parques da Serra Gaúcha. Próximo a São Paulo, ela indica a Serra do Japi, em Jundiaí, e trilhas ao redor de Campos do Jordão. Uma vez ali, ela deixa a última dica: ir até Petrópolis, no Rio de Janeiro, aproveitando para se aventurar pelos caminhos que se desdobram entre as serras da Bocaina e a da Mantiqueira. Bora?

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