em 1 de dezembro de 2014
Ainda existe Liberdade?
Sim, mas ela caminha feito um fantasma vivo
Entre as ruínas das transformações do tempo
Ser homem e ser livre
Hoje significa ser livre para morrer
Seguir até o fim, sem medo
Mesmo que seja a liberdade dos cemitérios.
Desligado de qualquer hipótese de futuro
Vivendo um presente em suspenso
Reconquistando a liberdade em cada gesto
Na pulsação nervosa da convivência
A todo custo e o tempo todo
Para que não nos prendam,
Não nos mate, não nos apertem
E não nos levem aos nossos limites humanos.
**
Luiz Mendes
27/11/2014.
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