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Justiça condena grandes do cigarro

Por Redação

em 21 de setembro de 2005

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Um júri de Miami, EUA, condenou as cinco maiores indústrias de tabaco do país a pagarem uma indenização recorde de US$ 145 bilhões, por danos causados a cerca de 700 mil fumantes da Flórida. A sentença saiu após quatro horas e meia de deliberação.
Embora sejam um marco na área jurídica, as condenações, incluindo uma sentença de US$ 73,96 bilhões contra a Philip Morris, fabricante do Marlboro, deverão ter pouco efeito imediato. Os advogados das empresas pretendem passar alguns anos fazendo apelações e podem negociar um acordo bem mais modesto. O recurso das apelações pode consumir dois anos apenas nos tribunais da Flórida.
Além da indenização imposta à Philip Morris, a maior empresa do setor no mundo, o júri condenou a R. J. Reynolds (fabricante do Camel) a pagar US$ 36,28 bilhões e a Brown & Williamson, unidade da British American Tobacco (dona da Souza Cruz), a desembolsar US$ 17,59 bilhões. À Lorillard coube um pagamento de US$ 16,25 bilhões, enquanto a quinta maior empresa, a Liggett, foi punida em US$ 790 milhões.
Duas instituições criadas pelas indústrias também foram punidas pelo tribunal: o Conselho para Pesquisa do Tabaco terá de pagar US$ 1,95 bilhão e o Instituto do Tabaco, US$ 278.339.

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