Publicidade
Liberdade
Praguejo contra a asfixia
Dos preconceitos que me soldam ao solo
E não me deixam voar.
Anarquista, coletivista e isolado
Observo com olhar zombeteiro
O grande desfile de livros lançados.
Enxergo humilhados e ofendidos
Por todo canto e toda parte
Meu sonho seria libertá-los
Tocam-me, dilaceram-me, com suas dores
Ou porque me sinto cúmplice
De almas que choram por pão ou justiça
Apenas sei que é na luta da libertação deles
Que reconheço minha liberdade.
**
Luiz Mendes
21/11/2014.
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Trip
O psiquiatra que passou 5 meses com líderes nazistas e descobriu que de monstros não tinham nada
-
Tpm
Dora mora no agora
-
Trip
Sandro Saltz: Como a separação de um casal nos EUA ajudou a forjar uma referência do snowboard brasileiro
-
Tpm
Bet ou Tigrinho: o jogo é fazer você ficar
-
Trip
Carros antigos dizem muito sobre quem somos
-
Trip
O golpista mais eloquente do WhatsApp
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
Publicidade