por Redação
Trip #190

Uma atriz jovem e pouco conhecida rouba a cena num campo onde poucos conseguem brilhar

Histórias sobre diretores de cinema e teatro que viram gurus para atrizes e atores em começo de carreira são relativamente comuns. Encontrar talentos que vão além disso e filmes publicitários que emocionem, porém, não tem sido. A tradição de peças como o clássico filme do “primeiro sutiã”, que encantavam mais pela ideia, roteiro, direção e atuação e menos por piadas fáceis ou computação gráfica, parecia condenada a anuários antigos ou retrospectivas nos clubes de criação.

Um filme publicitário bem construído, porém, chamou a atenção recentemente. Nos sempre exíguos 30s, o objetivo era vender um modelo simples de automóvel da Chevrolet. Nenhuma novidade especial no produto. Entre seus atributos, mais do que tudo, o preço acessível e, como diz o dialeto dos profissionais da propaganda, com boa relação custo-benefício.

Uma noiva é vista no banco de trás de um carro simples, porém confortável. Olhando pela janela, vê as ruas da cidade enquanto vive um momento único da vida, a caminho do seu casamento. O motorista puxa conversa. Logo se descobre que é o pai. O diálogo mexe com o espectador. Mas bem melhor do que a descrição é assistir. Há dezenas de posts com o filme na internet e milhares de comentários.

Isso teria levado apenas a um resultado correto, não fosse a atuação marcante de uma atriz jovem e desconhecida pela maioria. O nome é Dayenne Mesquita, paranaense de 24 anos que trilhou a “via crucis” de quem quer tratar com seriedade o palco e a atuação. Aos 13 anos dominava o balé e dava aulas para crianças mais novas. Aos 15, partiu para o teatro. Anos depois, em 2004, foi convidada para apresentar um programa no extinto canal 21. Em 2006, foi a antagonista numa novela da Bandeirantes (Dance, dance, dance). Del Rangel, o diretor que a escolheu, chamou-a para uma segunda novela, Vende-se um véu de noiva, no SBT. A batalha continua. Day, como escolheu ser chamada, persiste nas aulas de balé, trabalha como modelo fotográfico e faz aulas de canto. Pelo que se vê nas oito frases que lhe bastaram para roubar o comercial, pouco restou para ser dominado.

“Dirigi as cenas do carro e achei a atuação delaa incrível, superemocionante. Totalmente incomum para publicidade.” Palavras de Heitor Dhalia, o brasileiro que codirigiu o filme e que assinou longas como Cheiro do Ralo e À Deriva. “O que mais me chamou a atenção na Day foi a facilidade com que conseguiu trabalhar a emoção da personagem. Ela estava vivendo aquilo. Todos no set se emocionaram. É uma grande atriz”, registra o diretor argentino Augusto Zapiola, diretor principal da mesma peça.

Dayenne Mesquita é um nome para ser observado de perto.

*assista ao filme aqui

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