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Campari Rock

Veja o que rolou no festival

Por Redação

em 21 de setembro de 2005

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Fotos Marcelo Naddeo


 


São Paulo recebeu neste último fim de semana a primeira edição do Campari Rock. O festival, que promete engrossar o calendário de festivais brasileiros, trouxe ao Brasil MC5, lenda da cena pré-punk de Detroit, com direito a Mark Arm, vocalista do Mudhoney (instituição do grunge), nos vocais; o novo rock do The Kills e o set improvável da dupla escocesa Optimo. Além deles, subiram ao palco do Campari bandas carimbadas da cena roqueira independente nacional ? destaque para os shows das Mercenárias, de volta à ativa. No melhor estilo foto-legenda, os figuras da Trip que compareceram (e sobreviveram) as duas noites do festival, tecem seus comentários sobre os shows:  


 


BERG SANS NIPPLE:
?Impressionante como apenas dois músicos conseguem produzir um som tão rico. O baterista Shane Aspegreen e o tecladista Lori Sean Berg mostraram seu som inclassificável e surpreenderam o público que chegou cedo na primeira noite do festival. Música que não segue caminhos retos, sempre tomando desvios inesperados?, Filipe Luna, estagiário da Trip 


 


THE KILLS:
Rock, badalação e cabelos sedosos. Aliás, The Kills ou The Killers? Voz legal da garota. Pelo que a gente conseguiu ouvir lembra Boss Hog, aliás, cadê a Cristina [vocalista da banda]? O rock precisa dela. Alguém avisa?? E sobre a cabeleira de Alison Mosshart:
?propaganda da Seda?
Eli Testone, chefe de arte da Trip e guitarrista do Lava, junto com Heleninha Fagundes, baterista da banda, em uma série de comentários non-sense 


 


MERCENÁRIAS e MC5:


?Mark Arm, do Mudhoney, se deu muito bem com os remanescentes do lendário MC5. Tão bem que fizeram um dos melhores shows da noite ? senão o melhor. Mas bom mesmo foi ver As Mercenárias, rainhas do pós-punk brazuca. Com as ?originais? Sandra Coutinho, no baixo, e Rosália Munhoz, no vocal, e mais a batera de Pitchu Ferraz e a guitarra inquieta de Geórgia Branco, elas fizeram a platéia se perder no tempo [e no espaço] com as clássicas ?Polícia? e, claro, ?Me Perco Nesse Tempo?. Thiago Lotufo, subeditor da Trip


Eli e Heleninha, que lutaram para ficar perto do palco e presenciaram o mosh de Mike Arm [sobrou até uma meia do vocalista na cara delas], completam: ?Momento mágico do rock [com a ajuda do grunge]. Podemos dormir e morrer felizes. Só falta agora a volta dos Runaways ? e a vinda deles para o Brasil ? para que possamos mesmo descansar em paz. E a gente também quer ter banda a vida toda.


 


DUNGEN:
?A diferença da língua definitivamente não foi um empecilho para a apresentação da banda sueca Dungen. Rock and roll cantado em sueco [absolutamente incompreensível, mas quem se importa?] com instrumentos e estética vintage, porém com sonoridade moderna. Alterna momentos de
psicodelia experimental com momentos agressivos e belas melodias ? com direito até a solos de flauta! Um grande show de uma das melhores bandas dessa nova safra?, mais uma de Filipe.

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