Sérgio Dávila
O repórter conta como foi, e voltou inteiro, da cobertura da Guerra do Iraque sozinho
Ele já foi editor da Ilustrada, caderno cultural do jornal Folha de S.Paulo e trabalhou nas revistas Veja SP e Playboy. Hoje é repórter especial do jornal Folha de S.Paulo, colunista da Revista da Folha e comentarista internacional do telejornal SBT Brasil. Foi o único repórter brasileiro a cobrir a Guerra do Iraque em Bagdá, junto com o fotógrafo Juca Varella, o que lhe rendeu o Prêmio Esso de Reportagem em 2003 e o livro Diário de Bagdá – A Guerra do Iraque Segundo os Bombardeados. Morou em Nova York durante entre 2000 e 2003, como correspondente da Folha, e cobriu o ataque terrorista de 11 de setembro, que acabou virando outro livro, Nova York, Antes e Depois do Atentado. Crítico de cinema experiente, já cobriu três festivais de Cannes, quatro Oscar e dois festivais de Sundance. Estamos falando de Sérgio Dávila, que vem hoje aqui falar sobre jornalismo, guerra, atentado e, claro, aproveitando o fim da 29ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo, sobre cinema.
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