por Isabelle Doudou
Tpm #84

... sem cor, sem flores, sem bagunça


... sem cor, sem flores, sem bagunça. Mas Calu chegou, fez do canto do marido também o seu e, definitivamente, o apartamento no bairro do Sumaré virou um lar de família

Nada de TV ligada. Quando a noitinha chega na casa da arquiteta e artista plástica Calu Fontes, 35 anos, é hora de colocar uma música gostosa e acender as velas. É assim que ela e o marido relaxam e põem a conversa em dia. Se não é ele quem assume o jantar, é de acordo acionarem o delivery, já que Calu não dá palpites na cozinha: “Isso é com ele, não sei fazer nada”, assume. E assim os dias se passam no apartamento localizado numa rua tranquila no bairro do Sumaré, em São Paulo. “Aqui é uma delícia, superquieto, só quando a família cigana vizinha do prédio resolve dar festa que o silêncio do bairro é quebrado. Aí é Gypsy Kings no último volume, madrugada adentro!”, diverte-se.

Calu se formou arquiteta no Mackenzie e chegou a trabalhar por dois anos em um escritório, mas a rotina de resolver pepinos de obras, frequentar lojas de material de construção e de lidar com pedreiros a fez repensar a vida. Em paralelo, desde a época da faculdade, quando sobrava um tempinho, ela pintava porcelanas num ateliê improvisado na casa dos pais. Foi presenteando amigos e expondo o trabalho em bazares que o boca a boca se espalhou e suas peças começaram a dar o que falar. Em 2000, sete anos depois da primeira pincelada, Calu criou coragem, abandonou a arquitetura e abriu seu primeiro ateliê, uma casinha em Pinheiros que também foi sua primeira moradia longe dos pais. Ano passado, recém-casada e cansada de morar e trabalhar num só lugar, mudou-se para a casa do marido, Joaquim, e abriu um novo ateliê na Vila Madalena.

Quando chegou, o apartamento não tinha cor nenhuma. As paredes eram brancas, os estofados tinham cores sóbrias e, nas estantes, apenas livros. Um ano depois, a casa do advogado virou o lar colorido de um casal feliz. Flores e estampas estão por todos os lados, assim como as cores tomaram conta das paredes. A casa amanhece nos primeiros raios de sol. Às sete da manhã os dois já estão de pé: ele segue para o escritório e ela, para o ateliê, bem cedinho.“É que eu gosto de trabalhar ouvindo os passarinhos”, conta.

A oito mãos
A cada duas semanas, os filhos do primeiro casamento de Joaquim, Teodoro, 7 anos, e Margarida, 5 anos, vão passar o fim de semana com o casal. E aí é hora de os quatro não se desgrudarem: brincam, fazem as lições de casa juntos e dão uma mão ao pai na cozinha. Daí costumam ir direto para uma das principais partes da casa, a sala, especificamente para a mesinha de centro, onde as refeições são servidas e os jogos, curtidos. Para o ano que vem, Calu planeja procurar uma casa maior. É que ela quer mais espaço para as crianças brincarem. Quem sabe não vem mais uma por aí?


 


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