Conte sua história. Escolha a favorita. E ainda ganhe um MacBook. Vídeos de 1 minuto que inspiram atitudes e provocam transformação podem e devem ser vistos na campanha Histórias que Mudam o Mundo, realizada pelo Museu da Pessoa. A ideia é mobilizar internautas de todo o Brasil a contar histórias sobre os mais variados tipos de mudanças que podem acontecer na vida das pessoas. Vale qualquer uma que inspire outras atitudes transformadoras e novos olhares sobre o mundo. No site, o público envia seus próprios vídeos e vota em sua história favorita. Ao final da campanha, o autor do vídeo mais votado leva pra casa um MacBook.
Ao invés de reclamar, colabore para a transformação social necessária. O Movimento Nossa São Paulo está desenvolvendo novos indicadores de sustentabilidade para melhorar a qualidade de vida na capital paulistana. Ajude a construir uma realidade mais justa respondendo ao questionário. Faça a sua parte!
A historiadora Beatriz Nascimento, cuja vida é o fio dondutor da narrativa
Ôrí é uma palavra africana que pode ser traduzida por "consciência negra". Ôrí pode derrubar o que séculos de escravidão imprimiram na cultura do Brasil: certo desprezo e uma incompreensão latente da revelância das culturas do continente africano na identidade do povo brasileiro. Muito além do samba e suas escolas; das rodas de capoeira e terreiros de candomblé, a verdade é que os hábitos de negros escravos africanos se misturaram aos costumes do cotidiano brasileiro. A rica e permanente troca de valores e identidades culturais resultou na carismática mistura que compõe hoje nosso país. E compreender essa interdependência nacional com a cultura africana nos ajuda a vislumbrar novas perspectivas ao problemas de nossa sociedade atual. Por isso o documentário de Raquel Gerber é relevante. A cineasta, socióloga e historiadora documentou os movimentos negros brasileiros entre 1977 e 1988 que aparecem no filme, cujo fio condutor é a vida de Beatriz Nascimento. A historiadora, falecida no Rio de Janeiro em 1995, defendia o quilombo como recuperação de parte da nacionalidade brasileira. Raquel Gerber começou as filmagens de "Ôrí" em 1977, quando criou, em São Paulo, uma produtora de documentários em 16mm; e lançou o filme em 1989. Agora, a Versátil lança versão remasterizada em DVD que chega às prateleiras hoje, com preço sugerido de R$ 39,90
Gilberto Gil participa de um dentre os inpúmeros movimentos políticos de consciência negra dos anos 80