Revista Trip

 
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Tópico: Conexão
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Postado em 08.10.2009 | 13:10 | Fernanda Danelon
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Conte sua história. Escolha a favorita. E ainda ganhe um MacBook. Vídeos de 1 minuto que inspiram atitudes e provocam transformação podem e devem ser vistos na campanha Histórias que Mudam o Mundo, realizada pelo Museu da Pessoa. A ideia é mobilizar internautas de todo o Brasil a contar histórias sobre os mais variados tipos de mudanças que podem acontecer na vida das pessoas. Vale qualquer uma que inspire outras atitudes transformadoras e novos olhares sobre o mundo. No site, o público envia seus próprios vídeos e vota em sua história favorita. Ao final da campanha, o autor do vídeo mais votado leva pra casa um MacBook.

Vai lá: www.museudapessoa.net

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Tópico: Acolhimento
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Postado em 06.10.2009 | 10:10 | Fernanda Danelon
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Ao invés de reclamar, colabore para a transformação social necessária. O Movimento Nossa São Paulo está desenvolvendo novos indicadores de sustentabilidade para melhorar a qualidade de vida na capital paulistana. Ajude a construir uma realidade mais justa respondendo ao questionário. Faça a sua parte! 

Vai lá: http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/8083

 

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Postado em 30.07.2009 | 19:07 | Fernanda Danelon
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A historiadora Beatriz Nascimento, cuja vida é o fio dondutor da narrativa

A historiadora Beatriz Nascimento, cuja vida é o fio dondutor da narrativa

Ôrí é uma palavra africana que pode ser traduzida por "consciência negra". Ôrí pode derrubar o que séculos de escravidão imprimiram na cultura do Brasil: certo desprezo e uma incompreensão latente da revelância das culturas do continente africano na identidade do povo brasileiro. Muito além do samba e suas escolas; das rodas de capoeira e terreiros de candomblé, a verdade é que os hábitos de negros escravos africanos se misturaram aos costumes do cotidiano brasileiro. A rica e permanente troca de valores e identidades culturais resultou na carismática mistura que compõe hoje nosso país. E compreender essa interdependência nacional com a cultura africana nos ajuda a vislumbrar novas perspectivas ao problemas de nossa sociedade atual. Por isso o documentário de Raquel Gerber é relevante. A cineasta, socióloga e historiadora documentou os movimentos negros brasileiros entre 1977 e 1988 que aparecem no filme, cujo fio condutor é a vida de Beatriz Nascimento. A historiadora, falecida no Rio de Janeiro em 1995, defendia o quilombo como recuperação de parte da nacionalidade brasileira. Raquel Gerber começou as filmagens de "Ôrí" em 1977, quando criou, em São Paulo, uma produtora de documentários em 16mm; e lançou o filme em 1989. Agora, a Versátil lança versão remasterizada em DVD que chega às prateleiras hoje, com preço sugerido de R$ 39,90

Gilberto Gil participa de um dentre os inpúmeros movimentos políticos de consciência negra dos anos 80

Gilberto Gil participa de um dentre os inpúmeros movimentos políticos de consciência negra dos anos 80

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