Trio ternura
David Bowie amava Lou Reed, que amava Nico, que amava Iggy Pop
Créditos: Divulgação
Publicidade
David Bowie amava Lou Reed, que amava Nico, que amava Iggy Pop, que não amava ninguém. Os personagens dessa “quadrilha” podem não ter vivido casos de amor com final feliz, mas a atração que um sentiu pelo outro em diferentes momentos do fim da década de 1960 e começo da década de 1970 redefiniu os rumos do rock e do pop: o punk, o glam e a new wave são só alguns de seus filhos bastardos.
A história sobre esse entrelaçamento está contada no livro Dangerous glitter (ed. Veneta), do jornalista inglês Dave Thompson. Com detalhes muitas vezes ignorados pela biografia oficial, o autor mostra como esses ícones estiveram numa pior antes de colaborarem entre si em alguns de seus melhores discos (Transformer, The Rise and Fall of Ziggy Stardust, Lust for Life).
Vai lá: Dangerous Glitter, ed. Veneta, R$ 79,90
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Tpm
Dora mora no agora
-
Trip
O golpista mais eloquente do WhatsApp
-
Trip
Um Brasil viciado em apostar
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
-
Tpm
Bet ou Tigrinho: o jogo é fazer você ficar
-
Trip
Sandro Saltz: Como a separação de um casal nos EUA ajudou a forjar uma referência do snowboard brasileiro
-
Trip
O plano do Google para uma internet sem cliques
Publicidade