
Gui Pádua só consome se for Dubão. O pára-quedista não coloca qualquer coisa na boca e planta tudo o que consome. Comercializa também, vende até para o exterior. São 160 mil pés plantados em Cássia, no sul de Minas Gerais.
Mas, antes que você pense besteira, é de café que estamos falando. Gui, que já fez os saltos mais radicais imagináveis, é dono da marca de cafés Dubão. “Procuro sempre embalar o melhor café. Gosto de me aprofundar em qualidade, irrigação, técnicas de manejo, tenho tratores e maquinários”, diz ele, que bebe até 2 litros por dia.
“É o primeiro café que visa o público jovem, patrocinando atletas e incentivando o consumo pelas pessoas que praticam esportes radicais.” E garante: “Dubão é bão mesmo!”.
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