
Desde o começo da década de 90, quando o produtor musical alemão Matthieu Prill fixou-se no Brasil, a história se repete. Após shows pelo continente sul-americano, mais de 30 artistas nacionais e internacionais vão “descansar” em sua pousada na cidade colonial, a Paraty Bungalow, incluídos aí membros de Dead Kennedys, Ramones, The Toasters, The Exploited, Sepultura, The Smiths, UK Subs e outros grupos de trash e punk rock.
Quem faz mais sucesso, porém, não é nenhum deles. É Paticão, cachaceiro profissional que as bandas adotaram como mascote. O figura já teve foto estampada no site oficial do Ramones, sob a alcunha “amigos da banda”. Paticão não faz ideia disso, e muito menos de quem são esses fãs branquelos e tatuados que tiram foto com ele. A pinga local, velha conhecida de Paticão e de todo o Brasil, não perdoa os rockstars.
João Gordo quebrou uma costela brincando numa pedra e, anestesiado, só foi perceber uma semana depois. Já o vocal da jamaicana The Toasters foi achado dentro de um isopor, depois de dois dias desaparecido.
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