Festas libertinas ao redor do mundo prometiam sexo e segredo, mas um penetra foi lá e contou tudo

A grã-finagem preza pela discrição, mas seus hábitos lascivos um tanto mimados foram revelados pelo jornalista Marcos Nogueira nas 224 páginas de Sociedade secreta do sexo, lançado pela editora LeYa no mês passado. O livro conta os detalhes e bastidores de algumas das maiores surubas do mundo, ocorridas no México, na Itália, na França e também no Brasil. A organização é da Madame O, uma “sociedade libertina” que atua não só como recrutadora: é agência de turismo também. “A putaria do México foi um caso à parte, era num resort como esses da Costa do Sauípe, normal, mas os caras passavam o dia inteiro pelados”, explica o autor. E, para quebrar o mito de que o brasileiro é safadinho, Marcos diz que “no Brasil a coisa demorava pra pegar. Apesar de o brasileiro ter uma malemolência, os europeus são mais libertários no sexo”. E quando você, sem querer, encontra um praticante de orgias no dia a dia, o que acontece? “Não é muito comum, mas é engraçado. Você não consegue deixar de imaginar: ‘eu já vi você pelado, já vi você trepando’”, conclui. O problema com o livro é que, depois de publicado, dificilmente Marcos vai ser chamado de novo para uma orgia. “O pessoal tá puto comigo.”

Vai lá: madameo.com.br

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