Publicidade
Conheci o Nando em Seattle, quando fui contratado para tocar na gravação de seu álbum Para Quando. Nos tornamos amigos imediatamente e, quando ele me ofereceu a oportunidade de participar de sua turnê no final de 2000, aceitei na hora. Em três meses, Pontual, Cambria, Alex, Nando e eu formamos o tipo de amizade que só entende quem viveu e respirou a estrada. E essa é a razão da banda, metade brasileira, metade norte-americana, ter feito um documento tão bonito. Levamos só três dias para gravar tudo. Pois é assim a única forma de viver na banda de Nando Reis: no momento.
Barrett Martin, baterista no disco Infernal, ex-Screaming Trees, Queens of Stone Age e Luna
Nota
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Trip
Santos sempre foi caminho. Quando virou destino?
-
Trip
A magia de Salah e os muros invisíveis da Copa de 2026
-
Trip
A cidade ainda é nossa?
-
Trip
O plano do Google para uma internet sem cliques
-
Trip
São João da Thay: Thaynara OG usa o ecossistema da influência como vitrine para o interior do Maranhão
-
Trip
Rir da própria desgraça para não pifar
-
Trip
A revolução discreta da cannabis
Publicidade