Guerra dos Bálcãs, de John Reed
Conrad [conradeditora.com.br], 280 págs., R$ 35
Livro-reportagem é aquele escrito no calor da hora, a partir de fatos que acabam de acontecer ou ainda estejam acontecendo. É o caso de Guerra dos Bálcãs.
Nele, o americano John Reed (1887-1920) conta o que viu e sentiu em seis meses no Leste Europeu. Era 1915. O mundo vivia a 1a Guerra Mundial (1914-1918).
Nos Bálcãs, sérvios, albaneses, macedônios, russos, armênios, turcos e austro-húngaros se massacravam. Reed os descreve em profundidade. Mas faltam mapa e prefácio que expliquem o que foi a 1a. Guerra. O leitor fica perdido.
A começar pelo prefácio da edição: “Até o axioma reconhecidamente megárico (o dos filósofos da superfície) vindica que Deus está nos detalhes, nos mais superficiais – uma prefiguração certeira de que as aparências falam pelas essências”. Sacaram?
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