Por Redação
em 21 de setembro de 2005
Divindades do Samba
Meirelles e os Copa 5 – O Novo Som [Dubas]
Esse é um vinil raríssimo de 1965 que foi lançado em CD, depois de ser remasterizado pelo próprio Meirelles. O som é o que agente chamava de samba jazz, é o princípio do samba moderno e todo o mundo bebeu nessa fonte. Os Copa 5 eram uma banda de astros e, junto com Meirelles, os deuses do samba brasileiro.
João Parahyba, percussionista do Trio Mocotó.
Da Boa
Songo – Cachaça [Independente]
Songo vem de um ritmo cubano. É uma banda que define bem o encontro das culturas brasileira, africana e cubana. Carimbó brasileiro e o funana de Cabo Verde mesclam bem. Junto com essa pesquisa rítmica bonita, vem o divertimento da cultura pernambucana: letras divertidas, leves e melodias marcantes. Gosto muito. [songobr@pelourinhovirtual.com.br].
Simone Soul, baterista e percussionista do Projeto Cru e mulher do DJ Tudo.
Na Caixa
Chico Buarque – Construção [Universal]
Escutar Chico Buarque me traz uma sensibilidade muito forte. Meu Guri, a melhor música para mim, tem uma bela melodia e lembra humildade. O sambinha relaxa. Chico é a qualquer hora, em especial quando chego em casa cansado depois de um dia de muito skate. Essa caixa com a fase mais marcante de Chico é um absurdo.
Bob Burnquist, campeão mundial de skate vertical.
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