
Não sei quantas vezes Robert Smith disse que estava gravando o último álbum do The Cure.
Eis aqui mais um. Com nome de disco de estréia, é mais um kit multimídia do que um simples CD. Junto ao álbum, um DVD com cenas de estúdio e um link que autoriza a entrada em um site exclusivo.
O disco entra mais na linha pesada do Seven Seconds (1986) e do Wild Mood Swings (1996), com guitarras fortes e vocal nítido.
Diferente do seu antecessor, Bloodflowers (2000), que tentava dar continuidade a Ponography (1982) e Desintegration (1989).
Embora muitas pessoas digam que este é um álbum alegre, há letras tristes que discutem dificuldades existenciais, como na faixa “Lost”.
Nada de muito novo, mas é definitivamente um disco mais pesado do que nós, fãs, estamos acostumados.
Vá lá: The Cure – The Cure [Universal], R$ 49,90
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