No olho da floresta
Projeto Transamazônica +25 levou cientistas e um astronauta para pedalar mil quilômetros entre o Pará e o Amazonas
Créditos: Tuca Reinés
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A Transamazônica é referência em precariedade no país inteiro – metade dos seus mais de 4 mil quilômetros não é pavimentada –, mas é também uma janela para a situação da maior floresta tropical do mundo. Foi por isso que, em 1992, Osvaldo Stella pedalou pela rodovia para entender o que acontecia por ali.
Osvaldo, que agora é pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), voltou à região ao lado de Paulo Moutinho, também do Ipam, e de Chris Cassidy, chefe dos astronautas da Nasa, para uma pedalada de mais de 1 mil quilômetros entre Itaituba, no Pará, e Humaitá, no Amazonas.
“Conhecer as pessoas que vivem ali, algo que não podia ver do espaço, me deu esperança de que podemos encontrar soluções sustentáveis para essa região essencial do nosso planeta”, diz o astronauta Chris, que foi perfilado pela Trip em dezembro do ano passado. Batizado de Transamazônica +25, em homenagem ao ano da primeira pedalada, o projeto foi documentado em vídeos e fotos, que devem virar um documentário e também estão sendo divulgados nas redes sociais.
Vai lá: transamazonica25.org
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