em 13 de agosto de 2018

“Só não fui para a Antártida”, conta Daniel Oristanio, 32 anos, que, na última década, projetou pistas na África do Sul, Alemanha, Austrália, China, Espanha, Rússia e nos EUA. No Brasil, assina o Vans Skatepark, recém-inaugurado no parque Cândido Portinari, e a pista do parque Chácara do Jockey (ambos em São Paulo).

O paulistano é o braço brasileiro da California SkateParks – a empresa construiu a megarrampa na casa de Bob Burnquist, na Califórnia, e corre sério risco de assinar a pista da Olimpíada de Tóquio. Seu trabalho vai da concepção à intermediação com o poder público e termina com o pé no concreto – ou na madeira.
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Daniel começou a andar de skate aos 10 anos e aos 13 já construía corrimãos, obstáculos e rampas. “Para cada pista paga, fiz outras três de graça.” Em 2006, conheceu George Rotatori, que o chamou para trabalhar na edição brasileira dos X-Games de 2008. Desde lá, não para: nos próximos meses, Daniel constrói (e desconstrói) as pistas dos X-Games em Minneapolis e Sydney, além da Vans Park Series na Califórnia e em Xangai.
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