Fernanda Abreu
Cantora relembra os tempos de Blitz e das aulas de balé com Léo Jaime, fala sobre cocaína, política e mostra seu trabalho mais recente, o disco Amor Geral
Créditos: Nathalia Cariatti
Fernanda Abreu não foi apenas a primeira grande estrela da música pop do Brasil. Muito mais do que isso. Ela foi responsável por inaugurar esse gênero aqui no país na década de 90, misturando hip-hop, música eletrônica e dance music com antropologia e uma afiada crônica social. De quebra, ela abriu caminho para o funk carioca descer o morro, sair da marginalidade e ser assimilado pelo asfalto e pelo mainstream. Carioca, sua trajetória na arte começa pelo balé, passa pela participação nos anos de glória da inesquecível e “imorrível” banda BLITZ e se consolida com uma espécie de novo hino do Rio de Janeiro que ela lançou em 1992, a faixa “Rio 40 Graus”. Em 27 anos de carreira musical solo, lançou sete discos com canções inéditas, emplacou diversos hits e embalou incontáveis festas pelo planeta. No Trip FM, Fernanda mostra seu trabalho mais recente, o ótimo disco Amor Geral, lançado em maio do ano passado após um hiato de dez anos. Ela também relembra o começo da sua trajetória, conta sobre o período difícil que atravessou no começo dos anos 2000 e conta como era fazer balé com Léo Jaime.
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SET LIST
Fernanda Abreu — Tambor
Prince — Kiss
Bleached — Looking for a Fight
Fausto Fawcett — Kátia Flávia, a Godiva do Irajá
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