por Alexandre Makhlouf
Tpm #180

A apresentadora, que é uma das capas da Tpm #180, fala sobre casamento e sexo após a maternidade: ”Antes éramos um casal, agora somos uma família”

Quem segue Sabrina Sato nas redes sociais ou acompanha os trabalhos da apresentadora na TV ou no YouTube sabe: não há o que abale seu alto astral. Na Casa Tpm deste ano, não foi diferente. Mesmo quando os temas eram espinhosos, ela conseguiu responder com sinceridade e sem perder o bom humor.

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O papo na Casa foi tão bom que decidimos ir além. Invadimos a casa de Sabrina durante uma tarde e batemos um longo papo sobre sexo, maternidade, sucesso, relacionamentos e vários outros temas para a reportagem de capa da Tpm #180. Aqui embaixo, você confere um trechinho:

Tpm: Vamos falar um pouco sobre sexo.

Sabrina Sato: Ai, eu adoro. Pena que não faço.

A pergunta era exatamente essa. Dizem que o sexo depois da maternidade melhora. Procede? Como melhora se não existe? Quem faz sexo depois de ser mãe? Não dá vontade nem de bater uma punheta para o marido. É difícil, a vontade não vem. Quando você vira mãe, tudo muda. Atualmente, eu amo o Duda como se fosse meu irmão [risos]. É um amor gigantesco, eu olho para ele e sinto gratidão, mas não tesão. A gente precisa começar a falar sobre isso. Não é tudo maravilhoso [na maternidade]. Eu, que fiz cesárea, fiquei cheia de gases e cheia de pontos. A cicatriz dói até hoje. E você não quer sair de perto da sua filha, não quer sair do quarto. Mas eu tô tranquila com isso, sabia? O Duda e eu conversamos muito e estamos bem. Antes a gente era um casal, agora a gente é uma família, uma potência.

 

Falam que ser mãe é sinônimo de se sentir culpada. Você tem experimentado isso desde que a Zoe nasceu? Nossa, é muito doido. Parece que não importa a escolha que você faça, sempre vai se sentir culpada. Colocar ou não na escola, postar foto ou não nas redes... Conversar com outras mães é algo que me alivia muito. Essa troca é muito importante, faz a gente crescer e aprender. Eu sou muito privilegiada por ter uma rede de apoio, muita gente pra me ajudar o tempo todo, e por ser cara de pau de pedir ajuda para as pessoas. Vejo a dificuldade de mães que não têm a mesma realidade que eu.

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Dizem que maternidade é fazer aquilo que você disse que nunca faria. O que você já fez e pagou a língua? Todas as cafonices do mundo! A primeira foi colocar roupa igual a da Zoe. Eu cheguei ao ponto de ligar para uma marca de roupinha de criança e pedir pra fazer um body pra mim, igual ao dela, pra postar no Instagram. Tenho um grupo de WhatsApp de amigas que são mães. Quando ainda não era, toda vez que elas falavam sobre filhos, eu mandava um pinto. Começava o assunto “meu filho vai para escola...”. Pinto. “Que livro você está lendo?” Pinto. Agora, só eu falo: “Ai, minha filha não sei o quê...”. Estou pagando a língua.

Você já esteve em algum relacionamento abusivo? É muito doido porque, até pouco tempo atrás, a gente não falava disso, mas passávamos por isso. A gente dizia “ai, o cara pega no meu pé”, “um ciumento ao extremo”, mas não falava que era um relacionamento abusivo. Passei por isso, do cara fazer chantagem emocional, tentar o tempo inteiro me fragilizar, diminuindo minha autoestima, me deixando insegura. Lembro que quando terminei o namoro, tive muito apoio da família, dos amigos, que me falaram: “Você não pode sofrer desse jeito. Vai fazer uma terapia”. Então, sempre soube para quem ligar. Essa vergonha eu não tenho. Na fase do puerpério, não conseguia parar de chorar, mas liguei para pedir ajuda.

Créditos

Imagem principal: Alex Batista

Fotos Alex Batista

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