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Adoro dançar esquisito, gosto mesmo de quem dança feio. Não aguento ir num lugar e ver que todo mundo dança igual: reboladinho, braço dobrado, olho fechado. Preguiça. Também não saio na noite com quem não dança. Por isso, adorei quando Clarice Lima, a bailarina cearense retratada no vídeo abaixo por Luis Rodrigues A.S.M.A, falou sobre dançar mal, sobre como “esse tosco pode virar uma linguagem estética”. Acho lindo quem dança torto até o chão.
Espia mais: http://claricelima.org
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