Odeio flash, amo ser fotógrafo
Fernando Schlaepfer trocou a segurança do trabalho pela realização de sua ideia
Publicidade
Fernando Schlaepfer, formado em comunicação visual, já era fotógrafo desde antes da faculdade, mas seu emprego não permitia que produzisse à sua maneira. Decidiu criar um espaço colaborativo para oferecer ao mercado um toque subjetivo na fotografia corporativa, e então estava implantado o embrião da I Hate Flash (da tradução livre do inglês, “eu odeio flash”), que hoje registra grandes eventos de moda, música e publicidade pelo mundo.
A ideia é simples: permitir que fotógrafos contratados para os eventos tragam um olhar individual aos trabalhos para os quais são chamados. Assim, registros maçantes foram se tornando, aos poucos, trabalhos fotográficos de nível artístico para marcas. “Talvez, se demorasse mais pra começar, não teria o mesmo resultado e, antes, não estivesse maduro o suficiente”, recorda com ponderação. Para Fernando, a boa ideia o completa pessoal e profissionalmente. “Ideias não faltam. O que precisa é tempo”, sinaliza o fotógrafo, que gosta de celebrar os resultados de suas ideias com muita festa. “Consegui colocar muita gente que nem eu no mercado. O trabalho delas é fotografar o que gostam. E nos projetos pessoais atingimos ainda mais pessoas”, resume Fernando, que frequentemente recebe e-mails de fotógrafos reconhecendo a importância de seu trabalho para o setor.
*O projeto Brasil, o país da boa ideia, é uma iniciativa da Companhia Müller de bebidas, fabricante da cachaça 51, e tem como objetivo dar visibilidade a grandes ideias que florescem no Brasil todos os dias mas que nem sempre são vistas e celebradas como merecem.
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
-
Trip
O golpista mais eloquente do WhatsApp
-
Trip
Um Brasil viciado em apostar
-
Trip
Santos sempre foi caminho. Quando virou destino?
-
Trip
O plano do Google para uma internet sem cliques
-
Trip
São João da Thay: Thaynara OG usa o ecossistema da influência como vitrine para o interior do Maranhão
-
Trip
Rir da própria desgraça para não pifar
Publicidade