por Redação

Na Casa Tpm, a filósofa refletiu sobre a construção do futuro feminino, o esvaziamento do conceito de empoderamento e a inclusão dos homens no debate feminista

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Para finalizar o ciclo de debates da Casa Tpm 2017, Djamila Ribeiro refletiu sobre a construção do futuro feminino. "Ser feminista é pensar um projeto de sociedade, significa que juntas vamos encontrar maneiras de enfrentar as opressões estruturais."

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O conceito de empoderamento foi outro tópico da fala da filósofa. "Ser empoderada não é ter os privilégios dos homens brancos. É triste ver um conceito tão bonito como esse sendo esvaziado, muitas mulheres acham que ser empoderada é ser CEO de uma empresa, mesmo quando estão oprimindo outras pessoas", disse.

Djamila defendeu também a participação de homens na discussão sobre feminismo. "É preciso ouvir o que as mulheres estão falando. Os caras tem que nos entender como sujeitos e tornar nossas vidas menos difíceis. Se eles acham chato me escutar, imagina viver na minha pele o que eu passo", disse. Ela declarou que mulheres querem existir, mas não querem existir dessa forma violenta que nega o direito a humanidade. "O incômodo é uma ferramenta importantíssima, e espero que as pessoas tenham se incomodado com o que eu falei aqui, e a partir daí vamos refletir", falou.

Veja como foi a Casa Tpm 2017: Sábado e Domingo

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