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Jack Johnson e Alex Miranda

por Redação

Papo de hoje é com o cantor havaiano e com o publicitário brasileiro, dois loucos por surf

Em edição especial com duas entrevistas, o Trip FM desta semana invade o mundo do surf. Mais especificamente, sobre a vida dupla de muitos surfistas que tem no mar uma segunda atividade e que dividem seu tempo entre as ondas e o trabalho. O primeiro deles é o cantor e compositor Jack Johnson, havaiano que já vendeu mais de 15 milhões de álbuns pelo mundo vem tocar no Brasil no fim de maio no festival Natura Nós. Também por aqui publicitário, diretor de clipes e cineasta Alex Miranda. Atualmente ele finaliza um filme sobre o centenário do Noel Rosa, dirige um filme sobre o amigo da casa Teco Padaratz e acaba de lançar seu primeiro longa, Comercial, documentário sobre os bastidores do mercado publicitário brasileiro.

Abrindo o programa, o norteamericano contou de onde vem a inspiração para compor e como trabalha sua própria ansiedade no mar e no estúdio. Criado no paraíso do surf, o cantor tem muita experiência nas águas da ilha.

 "Eu não sinto muita pressão, na verdade. Eu escrevo essas músicas e elas vem naturalmente. Eu sentia um pouco depois do meu primeiro disco, aquele tipo de pressão que você coloca em você mesmo para saber se as pessoas gostariam trambém de um segundo álbum. Essa foi a única vez que me senti pressionado", contou Johnson sobre a transição de surfista profissional para músico. "Agora me parece fácil. Outros discos seguiram e tudo aconteceu naturalmente."

Ele revela aos ouvintes porque abandonou a carreira de surfista profissional. Perguntado sobre o tema da Trip do mês, Intolerância, confessa que sentiu dificuldades no início da carreira musical por causa preconceito que havia em relação aos surfistas. Ele fala também sobre o lendário Edward "Black Trunk" Rothman, como anda o localismo no North Shore e o que ele pensa disso.

"Ele (Fast Eddie) é um cara que eu vejo andando de bicicleta de vez em quando e que também vejo na água. Eu nunca o conheci muito bem, mas ele é uma pessoa que eu sempre vi por lá", comentou o cantor so bre Fast Eddie, criador da gangue havaiana Black Trunks que concedeu entrevista para a edição de abril da Trip. "Crescendo no Havaí eu conheci muitos desses caras durões, esses locais famosos. Quando eu os vejo lá, em minha experiência, eles são sempre pessoas legais. Mas às vezes você ouve o que acontece, sobre as brigas na água. Eu nunca fui a favor de violência no mar, porque lá é um lugar onde eu vou para achar paz. Toda a ve que eu vejo alguém brigar na água eu me chateio muito. Fico triste de ver isso acontecendo. Essa ideia de que alguém é dono de um lugar também me faz sentir meio estranho. Eu realmente não gosto de ver localismo."

Depois, foi a vez de Alex Miranda abrir o jogo sobre sua rotina. Apaixonado pelo surf desde os 7 anos, arrumou seu primeiro emprego na área do cinema publicitário em 1992, como “flanelinha de estúdio”, para bancar uma temporada no Havaí. Depois de dois anos de muito surf e de muita barganha no mercado de pulgas local, ele voltou para o Brasil e acabou fisgado pelas filmagens novamente. Um filme puxou o outro e dessa vez o objetivo era bem maior do que apenas uma temporada em um pico de surf, ele queria se tornar diretor de comerciais para TV.

"O surf na minha vida começou por que a minha família tinha um histórico com a cidade de Ubatuba", revelou Alex na conversa. "Com quatro, cinco anois eu já ficava ali boiando no mar. Praticamnete todo o fim de semana a gente ia pra lá. Com sete anos eu vi cum cara passando com uma prancha do meu lado na água e eu falei: 'eu quero isso'. Era uma prancha de isopor, né. Era só um garoto. Eu pedi a prancha emprestada e na primeira vez já fiquei de pé. Ali já fiquei louco."

Pouco tempo depois dessa onda, com foco, talento e perseverança, ele já estava fazendo premiados videoclipes para bandas como Charlie Brown Jr., Sepultura, Pavilhão 9 entre outros. Dos clipes para os comerciais foram um pulo, dirigiu filmes para grandes empresas como Coca-Cola, Gatorade e Fiat e em 2007 fundou sua própria produtora, a Trator Film. Mesmo com a agenda sempre cheia com os trabalhos, ele ainda encontra energia para viajar, treinar e participar de campeonatos de masters, como ele mesmo contou no programa.

"Eu estou sempre preocupado em treinar. Treinar meu corpo e surfar. Com quarenta anos você já sente a parte física, vem pneuzinho daqui e pneuzinho dali, já vai ficando mais mole e eu to nessa luta", brinca o diretor sobre a rotina de trabalho e das competições de masters que participa. "Mas desde moleque nos campeonatos amadores eu sempre gostei de competir. Eu sou aquele cara que quer competir até no palitinho e na bola de gude. Eu tenho isso dentro de mim e não tem jeito. Só que à partiur dos trinta anos eu comecei a ganhar tanto campeonato de suf masters que eu até me surpreendi." 

 

O Trip Fm vai ao ar na grande São Paulo às sextas às 20h, com reprise às terças às 23h pela Rádio Eldorado Brasil 3000, 107,3MHz

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