por Carol Ito

Ela foi convidada da Casa Tpm 2017 para falar sobre a construção do futuro feminino. Transformamos uma das reflexões da filósofa em HQ

A filósofa Djamila Ribeiro fechou os debates da Casa Tpm 2017 falando sobre a construção do futuro feminino. Entre assuntos como empoderamento, feminismo interseccional e masculinidades, ela falou da importância das mulheres ouvirem umas as outras para que o futuro seja mais igualitário.

Para a filósofa, a luta pela igualdade de gênero não pode estar separada das lutas contra opressões de raça e classe: "Os homens negros são sistematicamente violentados pelo Estado brasileiro. Isso significa mães negras perdendo filhos negros. Então, esse é um debate feminista, sim".

Outro ponto da discussão foi sobre repensar o conceito de empatia: "não sei o que é sentir a dor do outro na pele, mas posso pensar como o meu lugar pode impactar diretamente nessa dor".

Djamila utilizou a metáfora do aquário, que ilustramos a seguir, para explicar como os privilégios podem reforçar desigualdades. "Meu privilégio significa a opressão do outro. Eu não fazer nada é manter o outro na opressão."

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