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Erika Mader cuida do corpo, mas critica a paranoia que as revistas criaram em torno dele

Erika Mader

Erika Mader / Créditos: Arquivo pessoal


Por Juliana Menz TPM #123

em 3 de agosto de 2012

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Erika Mader, 26 anos, já não tem muito tempo para ir à praia. “Agora só no fim de semana”, lamenta a carioca, que tem toda a pinta de quem vive com o pé na areia. Além do programa Bastidores, que precisa de pautas quentes e tempo disponível em diferentes horários, ela também comanda as transmissões ao vivo de shows, ao lado de outros apresentadores do Multishow. Em setembro, estreia como diretora de teatro com a peça Sóbrios e, no fim do ano, volta a atuar ao lado de Marcos Palmeira em Mandrake – a série virou telefilme, com duas histórias divididas em capítulos para o HBO.

Tempo para os amigos e a família? “Nisso sempre se dá um jeito”, diz Erika. E aquela crise com o corpo que parece acompanhar até mesmo mulheres em forma? “Eu não me cobro muito. O esporte, por exemplo, faz parte da minha vida, volta e meia eu faço. Sem crise.” Nenhuma mesmo? “Claro, toda mulher quer perder 2 quilos, mas isso é normal, né?”, admite. “Eu sou magra, mas tenho muito peito, então, se engordo um pouco, já aparece. Mas, se emagreço muito, meu rosto fica muito fino. Tento manter meu ideal, sem neura”, explica Erika. E solta: “Essa paranoia com o corpo é uma coisa que as revistas femininas tentam vender. Minhas amigas, por exemplo, não dão tanto valor para isso”.

Erika ri da fama e também não gosta muito do termo “pessoa pública”. Acredita que, de uma forma ou de outra, todo mundo está exposto: “Comunicação é o meu ofício, como qualquer outro. Por estar na TV, alcanço mais pessoas”. Isso gera mais manifestações do público, nem sempre positivas. Mas se engana quem pensa que críticas nas redes sociais intimidam a apresentadora. “Eu não entro no Twitter. Acho uma ferramenta muito mal utilizada, porque são comentários de gente anônima, fica fácil se posicionar contra qualquer coisa”, desabafa. “Levo em consideração críticas de quem entende do assunto.”

Foi sobre a exposição, que toda e qualquer profissão exige, que ela escreveu na página 36, no Bazar. Na página 35, sugeriu a amiga Bela Gil, que mostrou 24 horas de um dia acompanhando a turnê do pai, Gilberto Gil, em Londres.

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