Brasserie Petanque
Taí mais uma dica de restaurante em BsAs
Meu salmão-estrela / Créditos: Ana Manfrinatto


Juro que eu tento não me expor aqui Nos Ares mas não tem jeito, né? Quem lê o blog percebe que eu me amarro em shows, em experiências antropológicas tipo acordar às 4 da manhã pra ir ao velório do Kirchner e sobretudo em comer!
Daí que fazia tempo que eu tava a fim de ir na Brasserie Petanque, restaurante francês em San Telmo sobre o qual a minha amiga Mari sempre comenta. O post dela é tão bom e elucidativo que eu nem vou gastar o meu latim explicando sobre o lugar.
Só queria dizer que ele subiu para o topo da minha lista de recomendados na cidade e que até a Carla Pernambuco faz o mesmo. Nossos pratos estavam impecáveis e o meu, inesquecível: um salmão fresco no ponto perfeito sobre um mil folhas de batata com purê de habas (não sei o nome disso no Brasil) e molho de mel.
“De comer de joelhos” é a frase que eu aprendi com o chef Diego Lozano e que melhor se aplica ao meu prato! C’est formidable.
Digno de nota:
Petanque, em francês, quer dizer aquele jogo tão apreciado pelos nosso avôs italianos: a bocha.
O dono do lugar teria que me fazer desconto porque eu mando todos os meus amigos e brasileiros que vêm trabalhar comigo aqui em BsAs pra lá. E todo mundo se apaixona pelo salmão.
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