
Enquanto uns a veneram, outros a detestam.
Não há como encarar o experimentalismo da música de Björk com indiferença.
Medúlla, último CD da cantora, deixou a desejar até para os fãs mais bitolados.
Disco de voz, texturas e timbres. Estranho, mais do que sempre. Daqui um mês, três anos depois do último disco, ela apresenta Volta.
E a curiosidade é geral. Já se sabe sobre as participações, como de Timbaland, do coletivo africano Konono N° 1 e de outros.
Na sua primeira entrevista sobre Volta, ela abre alguns detalhes sobre a produção, e conta: “Porque fiz dois ou três projetos seguidos que eram bastante sérios, talvez precisasse tirar isso do meu sistema. Então, tudo que queria com esse álbum era me divertir e fazer algo bem pra cima”.
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