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A minha luta como mulher é pelo direito de existir. Em um país onde 50 mil mulheres são estupradas e o aborto dá cadeia por você ter cometido o “crime” de ser dona do próprio corpo, sobreviver já é, por si só, um ato subversivo.
*Gabriela Moura, escreve no blog Nada sob controle e na página TV Relaxa
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