Do diagnóstico à ação

A paulistana já ajudava crianças com câncer como voluntária quando foi internada para remover o que seria um cisto no ovário, em 2011. Simone tinha 34 anos e, depois de nove horas de cirurgia, acordou na UTI, com o diagnóstico de câncer em fase avançada e uma estimativa de sobrevida de menos de 30%. Hoje, aos 41, está curada e ampliou seu trabalho com crianças e adolescentes em tratamento. “Procurei informações sobre minha doença em sites de hospitais, mas só falavam que o meu tipo de câncer era um dos piores, davam o número de mortes. Fiquei ainda mais apavorada.”

Assim, em 2013, criou a ONG Beaba, que ensina termos médicos e procedimentos para crianças e acompanhantes. As ações e materiais desenvolvidos pela ONG já impactaram mais de 700 mil pessoas. Em 2018, Simone transformou a cartilha que desenvolveu em um game que já foi baixado por cerca de 15 mil pessoas. Por meio dele, a criança ou adolescente aprende brincando o significado de expressões do mundo oncológico. “Quando eles entendem o que é a quimioterapia e por que estão fazendo aquilo, se engajam muito mais no tratamento”, explica.

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