apresentado por Monange

O espaço Monange, na Casa Tpm, debate a intuição feminina com a apresentadora Maria Eugênia Suconic e a coach Karinna Forlenzza

Quem se arrisca a definir o que é intuição? É pressentimento, sensibilidade ou uma superpercepção? Talvez seja um outro nome para o que chamam de sexto sentido. Ou quem sabe seja mais simples do que a gente faz parecer.

“Intuição é lembrar do que na verdade você já sabe.”

A frase, estampada em um lambe-lambe do ambiente Monange, na Casa Tpm, resume bem a proposta da marca durante o evento: discutir o poder da intuição feminina e a importância de as mulheres seguirem seu coração ao fazerem suas escolhas.

Quem visitava o lounge divertido e aconchegante da marca, não queria mais sair. As conversas rolavam nos pufes coloridos ou ao redor do carrinho de algodão-doce, o maior sucesso do dia. Além de conhecer o portfólio de produtos da marca e ganhar lambe-lambes exclusivos, as mulheres também se sentiam inspiradas a escrever as suas opiniões do que, afinal, é seguir seu coração.

Para algumas, nada mais é do que fazer o que acredita. Para outras, é ter a coragem de nunca se calar – como faz, há anos, a coach Karinna Forlenzza, pesquisadora das energias masculina e feminina, que hoje dá palestras em todo o país sobre o assunto.

“Precisei olhar para dentro e me abrir para dores profundas do meu passado. Só assim me curei e encontrei respostas de qual era a minha missão de vida”, contou. Durante a sua palestra no palco Monange, ela afirmou ter a certeza de que “o caminho do propósito está ligado a escutar seu coração”.

“Eu assino embaixo do que ela disse”, brinca a apresentadora Maria Eugênia Suconic, a outra convidada da marca a debater o tema. Idealizadora do programa Adotada, da MTV Brasil, Mareu conta que as coisas só começaram a dar certo no seu caminho quando ela entendeu que precisava respeitar suas vontades.

“Era cabeça-dura. Alguma coisa dentro de mim falava que aquilo era uma furada, mas eu fazia mesmo assim – e depois quebrava a cara. Com o amadurecimento, passei a me ouvir mais e valorizar meu lado sensível. Acho que o sucesso do programa vem um pouco dessa nova forma de ver as coisas”, explicou. Para ela, a melhor visão é mesmo a do coração.

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Imagem principal: Bruno Polengo

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