O Escafandro e a Borboleta
Premiadíssimo filme de Julian Schnabel, baseado no livro de Bauby, mostra a história de Jean-Dominique Bauby, o badalado editor da ELLE francesa
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POR KÁTIA LESSA
Aos 43 anos de idade, Jean-Dominique Bauby, o badalado editor da ELLE francesa, viu-se trancado no próprio corpo. Vítima de um derrame, ficou totalmente paralisado, mas manteve intactas a lucidez e o olho esquerdo. O jornalista não aceita o próprio destino, e resolve usar o que lhe sobrou: memória e imaginação. Assim, passa a se comunicar piscando letras do alfabeto. Através da técnica, e com a ajuda de uma assistente, ele escreve suas memórias, publicadas poucos dias antes de morrer.
O Escafandro e a Borboleta é o premiadíssimo filme de Julian Schnabel, baseado no livro de Bauby, que é interpretado por Mathieu Amalric.
No currículo da obra, um César 2008 de Melhor Ator e Melhor Montagem (Juliette Welfling), um Globo de Ouro 2008 de Melhor Diretor e Melhor Filme Estrangeiro, o Prêmio de Melhor Diretor e Prix Vulcain de l’Artiste-Technicien no Festival de Cannes 2007.
A fotografia é do polonês Janusz Zygmunt Kaminski, quatro vezes ganhador do Oscar e responsável pelas imagens de A Lista de Schindler, Amistad, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal e O Resgate do Soldado Ryan.
Nada de baixar o filme no computador, ok? Esse vale o show da telona. Difícil encontrar uma história tão dramática, contada de maneira especialmente sensível, visualmente encantadora e sem apelações sentimentalóides.
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