Por Redação
em 21 de setembro de 2005
edição Emílio Fraia
Ídolo de Sean Lennon e Beck e de bandas como Stereolab, Pulp, Air e Sonic Youth, o cantor francês Serge Gainsbourg (1928-1991) vem sendo redescoberto. Nada mais justo. Gainsbourg comeu a atriz Brigitte Bardot, fez Charlotte, sua charmosérrima filha, queimou dinheiro ao vivo na TV e compôs o hino universal do motel, ?Je T?Aime, Moi Non Plus? (1969) ? aquele dos inconfundíveis gemidos, suspiros e gritinhos de prazer. A biografia escrita pela jornalista da revista inglesa MOJO, Sylvie Simmons, mostra a incrível capacidade desse fumante inveterado de Gitanes em criar letras cínicas, provocativas e sofisticadas, e ir do pop mais descartável ao clássico num pulo.
Vai lá: Serge Gainsbourg ? Um Punhado de Gitanes, de Sylvie Simmons
Editora Barracuda (www.ebarracuda.com.br), 240 págs., R$ 36
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Trip
Bruce Springsteen “mata o pai” e vai ao cinema
-
Trip
O que a cannabis pode fazer pelo Alzheimer?
-
Trip
Entrevista com Rodrigo Pimentel nas Páginas Negras
-
Trip
5 artistas que o brasileiro ama odiar
-
Trip
Um dedo de discórdia
-
Trip
A ressurreição de Grilo
-
Trip
A primeira entrevista do traficante Marcinho VP em Bangu