Karina Buhr
A dona de um dos sotaques mais simpáticos da música nacional conversa conosco na TRIP FM
Publicidade
Ela é o que podemos chamar de artista na sua mais plena definição. Sem medo de errar. Nascida na Bahia e criada em Pernambuco, ela desenha, pinta, dança, atua e canta, apesar de nunca ter tido educação formal em nenhuma dessas áreas. Seu envolvimento com a música surgiu na década de 90, nos carnavais pernambucanos, primeiro no grupo Piaba de Ouro e depois no Estrela Brilhante, e se estendeu para as bandas Eddie e Comadre Fulozinha. Já o teatro surgiu nos anos 2000, quando veio a São Paulo, a convite do diretor Zé Celso Martinez, para integrar o elenco da peça Bacantes. A experiência foi tão bem sucedida que ela acabou participando de todo projeto de Os Sertões do teatro Oficina, e no começo desse ano ela voltou a se dedicar mais à música e lançou seu primeiro disco solo, Eu Menti pra Você, que a alçou à condição de revelação e destaque do ano por muita gente boa. A gente está falando de Karina Buhr, a dona de um dos sotaques mais simpáticos da música nacional.
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Trip FM
Ele aprendeu a falar a língua das plantas. E sabe traduzir.
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
-
Trip FM
“O efeito das bets na sociedade brasileira é devastador”
-
Trip FM
São Paulo já foi pro brejo? Nabil Bonduki fala sobre parques virando shoppings, demolições duvidosas e poluições assustadoras
-
Trip
Santos sempre foi caminho. Quando virou destino?
-
Trip FM
Bob Wolfenson e a poesia que veio da lama
-
Trip FM
Pai, filho e o espírito de 70
Publicidade