Viva a revolução
Relançada neste mês, a revista britânica 'Spare rib', agora 'Feminist times', quer ser radical
Capa de março de 82 discutia estupro e violência contra a mulher / Créditos: Divulgação
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Para quem acha que o feminismo anda mal das pernas, a jornalista Charlotte Raven, 43 anos, tem um recado: a revista britânica Spare rib está de volta. Mas, agora, sob o nome Feminist Times, escolhido pelas leitoras em concurso na internet após ameaças de boicote e processo por uso não autorizado do antigo nome. A publicação icônica do movimento entre os anos 70 e 80 colocou na capa e no debate público temas até hoje espinhosos: aborto, fim da mulher prendada, sexo e orgasmo, mulheres que literalmente passam fome para emagrecer… Coisas que a Tpm acredita ainda darem pano pra manga.
Para tirar o pó desse debate, Charlotte defende que é preciso espanar toda a futilidade do feminismo e torná-lo de novo revolucionário. A ideia, diz ela, é deixar para trás o pensamento de que “você pode ser tão superficial quanto quiser, ser obcecada por sapatos e ainda se chamar de feminista. Na verdade, é melhor não ser obcecada por sapatos”, acredita.
Devido à reformulação, a publicação ainda não tem site oficial no ar. Mas vale ficar de olho nos perfils de Charlotte em redes sociais.
Vai lá: www.twitter.com/charlotteraven
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