Violência zero
De volta à Nova York depois de dois casamentos e nenhum funeral, um em Paris e outro em Londres. Por sinal, cidades divididas por um incêndio no Eurotunnel bem naquela semana, mas isso é outra história.
Não vou comparar as cidades nem entre si, nem com esta aqui, mas posso dizer que Nova York é a mais segura de todas. Claro que há gente se matando em casos isolados e claro que décadas atrás isso aqui era um pavor, uma violência só, tomada por drogas e criminais. Mas hoje não é – e quando colocamos na balança, a segurança é o que mais pesa.
Ontem li no site do Globo que encontraram quatro corpos carbonizados numa favela carioca. Isso deve ter passado desapercebido por milhares de cariocas. Já virou lugar comum. Mas isso não é nem um milímetro menos terrorismo do que as barbáries do Oriente Médio ou mesmo do nosso 11 de setembro. Terrorismo é terrorismo. Cada um no seu estilo. Pensem nisso.
Entrevistei o ex-prefeito Rudy Giuliani em seu escritório, e o que ele disse não tem mistério – premiar os bons policiais, demitir os ruins, punir quem pula roleta de metrô, quem não atravessa a rua na faixa, e quem desobedece qualquer coisa. É uma iniciativa coletiva. Incluindo, claro, punir quem consome drogas, porque sem usuário, não há traficante. E por aí vai. O que se precisa, sim, é cidadania na veia. Tudo isso para dizer que viver numa cidade sem violência é ma-ra-vi-lho-s0. É o que eu desejo para todos.
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