Esta semana em uma reunião de trabalho um colega disse para o outro “A Ana não parece com a…” e eu não entendi o final. Quando terminou a reunião eu perguntei com quem eu parecia e a resposta não foi com uma prima ou atriz de novela, mas sim “Con la chica de Mónica y sus amigos“.
Ahã, ela mesma: de vestido vermelho e com um coelho azul à tiracolo. O que eu não sabia é que os gibis da Turma da Mônica também eram editados aqui na Argentina durante os anos 80 e 90. Quando eu era criança a minha maior diversão acontecia uma vez ao mês quando chegava o pacotinho cinza da Editora Globo com as revistas e eu não saía do sofá enquanto não tivesse lido todas.
Também achei fofo que alguém me achasse parecida com a dona do Sansão. “É a onda, os olhos e o cabelo liso”, o Martín explicou. Eu contei pra ele que na verdade sempre me identifiquei mais com a Magali e que a turma toda cresceu. Tudo isso pra dizer que é bem melhor ser comparada com a Mônica do que com a filha do Maradora, né?
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Tpm
Benditos sejam os ventres (que sustentam o capitalismo)
-
Tpm
As redes sociais estão sabotando o seu namoro?
-
Tpm
Cinema brasileiro feito por mulheres: 6 diretoras para explorar no Tela Brasil
-
Tpm
Te vi no Instagram e brochei
-
Tpm
Ana Paula Xongani: as dores e delícias de ser uma mãe influencer
-
Tpm
A voz de uma mãe surda