Remar é preciso
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Foi um domingo lindo, de sol, Central Park LOTADO. A cada passo, uma atração – palhaço, massagem, banda de jazz, patinação estilo anos 80, artista metido a barítono, corrida de tartaruga (juro) e por aí vai. Mas eu tive o privilégio de estar acompanhada por dois cavalheiros num programa turístico pra lá de bom – remar os barquinhos do lago que fica na altura da rua 73. Por 12 dólares a hora, o barco é seu (e cabem 4 pessoas). Uma de-lí-cia. Cada um de nós três remou um pouco, e claro que rolou um bate-bate nos barcos alheios (foto) e uma tentativa de ópera estilo gôndola veneziana, mas só conseguimos cantar a trilha do comercial do sorvete Cornetto (estilo Sole Mio). Whatever! Tá dada a dica.
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