Ter sua própria marca de roupas e ser skatista já deixa a nossa personagem deste Baú da Vergonha super cool sem nenhum esforço. Mas para provar que até os mais estilosos têm seus deslizes, chamamos a apresentadora do programa JAM (Mix TV), Karen Jonz, para participar de nossa seção.
Desde cafonices mais leves, como lápis decorados até a mais grave breguice, a imperdoável pochete, a jovem de 26 anos não deixou barato e mostrou seu inesperado lado B.
Karen Jonz / Créditos: Deco Cury
Isolador de barulho - "É o cúmulo, mas muito útil aqui em casa, já que parece que eu vivo na vila do Chaves. Como acordo tarde, é o único jeito de dormir direito... Coloco no ouvido e já era" / Créditos: Karen Jonz
Lápis decorados - "Desses não chego a ter vergonha porque são bonitinhos. Mas tenho toc por borracha na bunda do lápis e às vezes posso ficar constrangida em sacá-los em certos ambientes...São de quando eu era pequena. Acho cafona meu apego a eles" / Créditos: Karen Jonz
Piranha - "Tem coisa mais ridicula que isso? Mas toda mulher sabe como é indispensável. Velhas, feias quebradas, ainda assim cumprem bem seu trabalho no banho, nos dias de calor. Só não se pode esquecer e sair com elas na rua" / Créditos: Karen Jonz
Pochete - "Tenho várias: térmica, de neoprene, com caixinha de som. Acho que essa é a maior vergonha da vida porque enquadra toda uma categoria de cafonice. Mas são completamente indispensáveis nas viagens. Sou a maior cabeca de vento e o único jeito que consegui de não perder coisas importantes é amarrando na cintura, porque até bolsa eu esqueço nos lugares. Claro que depois, quando vejo as fotos das viagens, sempre me arrependo" / Créditos: Karen Jonz
Suspensórios - "É de caveirinha, mas nao deixa de ser cafona. Sempre tento, mas nunca consigo usar. Mesmo assim tenho esperança de um dia..." / Créditos: Karen Jonz